Equilíbrio

Equilíbrio,
Que te quero tanto,
Sacia as arestas do meu canto.

Quem sou ao sabor do vento?
Caminhante ou esse ser esborrachado,
Que nada faz do que lhe digo para fazer…

E Ser apenas és no teu aposento,
Anseias ser sempre e em todo o lugar,
Esperas deixar o sonho acontecer.

A vida esdrúxula domina,
Que saibas tu pisar a terra,
Antes de quebrares os pés.

E tudo o que te fascina,
Densos pedaços enterrados,
Deixa-os respirar e sê quem és.

 

Escrito em 2014

De: Metaforicamente e outros poemas

 

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